quinta-feira, 19 de julho de 2012


PRISIONEIRO DA LIBERDADE



O vento bate na janela

E eu espero em compasso

Como louca sentinela

Pelo som do teu passo



E tu não vens

E tu não vens

Mesmo sabendo que me tens

Ou por saber que me tens



A solidão por um triz

O teu amor como sina

Agarra-me pela raiz

Quero sair desta esquina



E tu não vens

E tu não vens

Mesmo sabendo que me tens

Ou por saber que me tens



Tu acalmas tempestades

E desencadeias furacões

Vagueio pela cidade

Em busca de outras emoções



E tu não vens

E tu não vens

Mesmo sabendo que me tens

Ou por saber que me tens



A chuva pinga abandono

Sou perseguido pela saudade

Sou cachorro sem dono

Quero de volta a liberdade



E tu já não me tens

E tu já não me tens

Mesmo sabendo que vens
Ou por saber que ainda vens

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